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Plano de benefícios contribui para o bem-estar corporativo

Atualizado: 17 de abr. de 2023

Garantir acesso a uma qualidade de vida para todos os momentos: esse é o conceito central que permeia o termo lifetech, que vem ganhando bastante espaço no cenário das startups.


No entanto, a necessidade de promover bem-estar e qualidade de vida tem contrastado com o longo processo que envolve a contratação desses serviços, considerados os mais burocráticos do Brasil. Diante dessa demanda, a startup Memori surge com a proposta de unir benefícios focados em saúde, economia e proteção em um só lugar, oferecendo serviços como: teleconsultas, odontologia, descontos em medicamentos e seguro de vida em um único combo.


“Percebemos a necessidade de desenvolver uma empresa que pudesse reunir uma série de benefícios que cumprissem essa missão de levar qualidade de vida para as pessoas”, cita Tavinho Brígido, CEO da Memori.


A importância de oferecer um plano de benefícios?

Os resultados de ter um plano como esse são bons para todos os envolvidos: para o colaborador, em um cenário econômico onde a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) autorizou o reajuste de até 15,5% dos planos de saúde, ter um pacote de benefícios agregados traz maior segurança às famílias e comodidade ao ter os serviços sempre disponíveis.


E para a empresa, uma das vantagens é a redução nos custos com a rotatividade e no índice de absenteísmo. Segundo um estudo realizado pelo Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e pela Hays, consultoria especializada em remuneração e benefícios, apenas 20% dos candidatos estão interessados no valor do salário. Para 90% dos entrevistados, os recursos não financeiros são um motivo para se manter na empresa.


Saúde do colaborador precisa ser cuidada

Diante de um cenário pandêmico, a necessidade de autocuidado atravessou barreiras e acelerou processos que eram inimagináveis. “Quando começou a ser difundido que pessoas sedentárias teriam uma probabilidade de ser contagiadas mais facilmente pela Covid-19, isso trouxe para as pessoas um desejo de se tornarem mais saudáveis e de terem mais qualidade de vida. Isso, automaticamente, virou um desafio para pequenas e médias empresas, principalmente porque o plano de saúde está cada vez mais caro. “E agora? Como trazer mais saúde para o meu colaborador, se não tem dinheiro para isso?”, questiona Tavinho.


Com uma estratégia que visa democratizar, de forma prática, o acesso a serviços burocráticos e caros, a Memori se coloca como uma opção para aqueles que pretendem investir em saúde, gastando pouco e com uma vantagem: a possibilidade de estender esse benefício às famílias ou amigos dos funcionários.


Outra vantagem são as teleconsultas, inclusive para atendimento psicológico. “A saúde mental está mais importante do que nunca e o fato de você ter acesso a um psicólogo na palma de sua mão faz toda a diferença”, explica Tavinho. Em 2020, segundo informações da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, o afastamento por transtornos mentais bateu recordes, com o total de 576 mil casos, sendo 26% maior do que em 2019.


O primeiro passo

Mesmo com a eficiência comprovada e muitas vidas salvas, ainda há relutância quanto ao uso de consultas online. Porém, é inegável que os avanços tecnológicos impactam diversos setores de forma cada vez mais rápida e quando se fala em dados, a telemedicina pode ter salvo mais de 75 mil vidas entre 2020 e 2021, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital.


“Ainda existem muitas barreiras de uso mas, a gente consegue evitar, por exemplo, o trânsito, gastos desnecessários com gasolina, horas esperando atendimento com o risco de ser contaminado (a) com alguma outra doença nas intermináveis horas na sala de espera”, conclui Tavinho.


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