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Demissão silenciosa: como o RH pode reverter a situação?

A "demissão silenciosa" no trabalho, também conhecida como "resignação silenciosa" ou "demissão passiva-agressiva," é um fenômeno na qual os profissionais acreditam que o excesso de trabalho é prejudicial à saúde mental e que as pessoas precisam colocar limites ao tempo e à intensidade com que se dedicam ao trabalho para poderem ter tempo para viver suas vidas


Um levantamento realizado pelo LinkedIn abordou um grupo composto por dois mil trabalhadores. Dentro desse conjunto, aproximadamente 75% dos jovens da Geração Z e cerca de 66% dos millennials estão considerando a possibilidade de deixar seus empregos durante o decorrer deste ano.


Os profissionais que optam por sair mencionam diversas justificativas para essa decisão, como o anseio por maior flexibilidade, inexistência de um plano de carreira, remuneração ou benefícios mais atrativos, ou a intenção de escapar de ambientes de trabalho com culturas negativas. Além disso, existe a percepção de que demissões podem resultar em mais demissões.


Lidar com esse fenômeno é um grande desafio para qualquer liderança, mas com algumas dicas é mais fácil. Continue a leitura para saber mais sobre esse fenômeno

veja como prevenir na sua empresa.


O que é a “demissão silenciosa"?


O termo "demissão silenciosa" ou "quiet quitting", em inglês, refere-se de maneira geral, a um fenômeno na qual os funcionários continuam a cumprir suas responsabilidades com qualidade, mas fazem o mínimo esforço necessário para isso. Além disso, eles evitam se envolver em novos desafios.


Tudo teve origem na China, onde colaboradores sobrecarregados e exauridos em todo o país chegaram à mesma conclusão ao mesmo tempo: o trabalho não merece o contínuo sacrifício da saúde e bem-estar. Na China, isso foi nomeado como "tang ping" ou "deitado" - onde "plano" representa exatamente o que se espera que alguém faça em sua função, nem mais nem menos.


Em 2022, um vídeo no TikTok cunhou o termo "quiet quitting", e esse termo se espalhou pelas redes sociais e muitos usuários responderam com suas opiniões e experiências. O termo #QuietQuitting ganhou mais de 8 milhões de visualizações na plataforma apenas na semana passada.


Quais são os principais motivos que levam os funcionários à demissão silenciosa?


De acordo com estudos recentes, como o da Forbes, as principais causas das demissões silenciosas são a síndrome de burnout e a falta de feedback. No ambiente de trabalho, quando os funcionários percebem que seu esforço não está sendo devidamente reconhecido e que não estão recebendo um retorno apropriado, podem começar a cultivar sentimentos desfavoráveis e começar a ponderar a possibilidade de deixar o emprego.


Por isso, é fundamental que os profissionais de recursos humanos examinem minuciosamente as potenciais razões por trás da demissão silenciosa e busquem maneiras de reduzir ou corrigir esses fatores. Os gestores devem assegurar que os colaboradores estejam obtendo feedback apropriado e que a satisfação dos funcionários seja uma prioridade.


Veja a seguir alguns dos principais motivos que costumam contribuir para a demissão silenciosa:


Falta de Reconhecimento e Recompensa

Os funcionários podem se sentir desmotivados quando seu trabalho não é reconhecido ou quando não recebem recompensas adequadas, como aumento salarial, promoções ou bônus.


Ambiente de Trabalho Tóxico

Culturas empresariais negativas, conflitos frequentes, bullying no local de trabalho e falta de apoio dos colegas e superiores podem fazer com que os funcionários se afastem gradualmente de suas funções.


Excesso de Carga de Trabalho

A sobrecarga de tarefas e a falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal podem levar à exaustão e ao desejo de deixar o emprego.


Falta de Desenvolvimento Profissional

Funcionários que não veem oportunidades de crescimento, aprendizado e desenvolvimento dentro da empresa podem perder o interesse em se empenhar em seus trabalhos.


Mudanças Organizacionais

Reestruturações, fusões, demissões em massa e outras mudanças organizacionais podem criar incerteza e desconfiança, levando alguns funcionários a considerar a demissão silenciosa.


Qual o impacto da demissão silenciosa para a empresa?


Com o objetivo de evitar o desgaste em sua vida pessoal, o funcionário pode optar por utilizar a estratégia de demissão silenciosa como um mecanismo de autopreservação, limitando sua dedicação ao mínimo necessário para cumprir suas responsabilidades.


No entanto, é importante observar que essa postura provavelmente surge quando já existe uma deterioração nas relações entre o empregador e o empregado, o que pode resultar em uma série de consequências imediatas e a médio prazo para a empresa, tais como:


- Perda de Talentos;

- Aumento no turnover;

- Baixo Desempenho;

- Custos de Recrutamento e Treinamento;

- Danos à reputação da Empresa.


Para mitigar esses impactos negativos, as empresas devem estar atentas aos sinais de demissão silenciosa, promover um ambiente de trabalho positivo, fornecer feedback construtivo, oferecer oportunidades de desenvolvimento e incentivar a comunicação aberta com os funcionários.


Tratar as preocupações dos colaboradores de maneira proativa pode ajudar a reduzir a incidência desse fenômeno e manter uma força de trabalho motivada e comprometida.



Como evitar o movimento da “demissão silenciosa” na sua empresa?


A promoção da qualidade de vida dos funcionários é uma prioridade cada vez mais relevante para as empresas modernas. Uma maneira eficaz de atingir esse objetivo é por meio do uso de benefícios corporativos. Esses benefícios, que vão além do salário-base, são projetados para melhorar o bem-estar dos colaboradores e, ao mesmo tempo, trazer vantagens competitivas para as organizações.


Primeiramente, os benefícios corporativos ajudam a atrair e reter talentos. Em um mercado de trabalho competitivo, oferecer um pacote de benefícios atraente pode ser um diferencial significativo na hora de recrutar profissionais qualificados. Funcionários que se sentem valorizados e cuidados por suas empresas tendem a permanecer por mais tempo, reduzindo os custos de recrutamento e treinamento.


O uso de benefícios corporativos para promover qualidade de vida


A promoção da qualidade de vida por meio de benefícios corporativos demonstram preocupação com o bem-estar de seus funcionários e tendem a construir uma imagem positiva perante o público, o que pode ser um diferencial importante em um mercado cada vez mais consciente.


Dessa forma, a Memori é uma Healthtech que tem o propósito de simplificar a vida das empresas e dos colaboradores levando benefícios corporativos que contemplem saúde e bem-estar oferecendo: Telemedicina, Academias, Serviço Pet, Consultas e exames presenciais tudo em um só lugar. Conheça a Memori e leve qualidade de vida para a sua empresa!


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